maio 042015
 

christine.1983.john.carpenterChristine: O Carro Assassino (Christine ) – 1983

Christine (br/pt: Christine: O Carro Assassino), título alternativo John Carpenter’s. Christine é um filme americano de 1983 do gênero horror e suspense, dirigido por John Carpenter e baseado no livro homônimo escrito por Stephen King. O filme tem como tema inicial a paixão dos adolescentes pelos automóveis. Foram feitas algumas locações em Valencia, estado da Califórnia.

Sinopse: Arnie Cunningham (Keith Gordon) adora Christine, um carro modelo 1958 Plymouth Fury que não está em seu melhor estado. Decidido a restaurá-la a qualquer custo, Arnie dedica todo seu tempo para ela, o que faz com que se afaste dos amigos e da própria realidade. Leigh (Alexandra Paul), sua namorada, e Dennis (John Stockwell), seu melhor amigo, procuram o antigo dono de Christine e descobrem que o mesmo aconteceu com ele, antes de vender o carro. É quando eles chegam à conclusão que o único meio de resgatar Arnie é destruindo Christine.

Christine – O Carro Assassino (PT/BR)
1983 • cor • 110 min
Direção: John Carpenter
Roteiro Novela: Stephen King
Roteiro: Bill Phillips
Elenco Keith Gordon, John Stockwell, Alexandra Paul
Género: Terror
País: Estados Unidos
Idioma: Inglês
imdb.com

No download:
versões: 720p, 1080p + legendas PT-BR e bônus *.torrent DVD full + extras.

Torrent + legenda: Christine.1983 (bonus)
  • – A popularidade de Stephen King na época era tamanha que a produção de Christine, o Carro Assassino teve início antes mesmo da publicação do livro;
  • – Nos créditos iniciais o motor de Christine pode ser ouvido quando o título do filme surge na tela;
  • – A cena de abertura, que mostra o “nascimento” de Christine em Detroit, foi escrita para o filme. Ela não está presente no livro de Stephen King;
  • – Cerca de 13 carros “representando” Christine foram destruídos durante as filmagens. Ao todo 25 modelos foram usados;
  • – O livro de Stephen King diz que Christine tem quatro portas, mas no filme o personagem tem apenas duas. O motivo é que jamais foi produzido um modelo do 1958 Plymouth Fury com quatro portas;
  • – O sucesso do filme fez com que o 1958 Plymouth Fury, modelo de Christine, ficasse bastante popular;
  • – O filme exibido no drive-in é Até que Enfim é Sexta-feira (1978);
  • – O roteirista Bill Phillips declarou que, tecnicamente, o filme não tinha violência o suficiente para justificar uma classificação R. Entretanto, os produtores temiam que, caso recebesse classificação PG, as pessoas não o assistiriam por achar de antemão que o filme era muito leve. Desta forma foram incluídas no roteiro algumas falas usando a palavra “fuck” e seus derivados, de forma a garantir a classificação mais alta;
  • – Bill Phillips e o roqueiro George Thorogood gravaram uma participação especial, na qual pressionavam Christine. Entretanto, ela foi retirada na versão final, já que ambos não atuaram muito bem;
  • – Foi Bill Phillips quem sugeriu que “Bad to the Bone”, de George Thorogood, fosse a música tema do filme;
  • – A edição especial lançada em DVD contém 20 cenas extras;

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Christine.1983
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  10 Comentários para “Christine – 1983”

  1. Que clássico! Imperdível e é daqueles que tem que ter o CD nas mãos.

     
  2. Classifico o filme como BOM e o livro como OTIMO!
    Quem tiver oportunidade e curiosidade leiam o livro…

    Mas vale apena assistir !!

     
  3. Exceptuando-se “O iluminado” do Kubrick, todas as adpatações do Stephen King para os cinemas foram péssimas. Certo, seus livros não são maravilhosos, mas os filmes conseguem piorar ainda mais.

     
  4. mt bom, um clássico

     
  5. – nossa sempre adorei esse filme!

     
  6. F O D A!

     
  7. Vi há muuuuuuito tempo, mas lembro q gostei. Vale a pena !!

     
  8. Clássico que meu sobrinho de 6 anos adora.

     
  9. Dra tá que tá heim???, H.P Lovecraft,Clive Barker e agora John Carpenter !!!

     
  10. A maioria de nós, não-autores, em geral, atribuímos o sucesso de um livro, texto, ou algo q o valha, à criatividade.

    Penso eu, humildemente, que este é apenas metade do caminho. De nada vale a criatividade de alguns, e, insisto, no ramo literário, se naum forem agraciados com do dom da narrativa.

    King tem ambos, criatividade e narrativa, por isso é único. Ainda que nas adaptações ao cinema,sempre fica um resquício de sua arte…

    Clássico tão necessário qto escovar os dentes….

    Valeu.

    Abs.

     
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