jun 172014
 

quiet_ones-2014A Marca do Medo (The Quiet Ones) – 2014

“The Quiet Ones” é um filme baseado nos fatos ocorridos na Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Toronto nos anos 70, onde parapsicólogos tentaram criar um fantasma para provar que eles são produtos da mente humana. Ele esteve entre os filmes de terror mais aguardados do ano de 2014 e é baseados em fatos ocorridos nos anos 70, onde um grupo de parapsicólogos tentou criar um fantasma para provar que eles são produtos da mente humana.

É o segundo filme dirigido por John Pogue, depois de Quarentena 2 (2011).

Sinopse: The Quiet Ones é inspirado em fatos reais. Durante uma aula na universidade, um professor (Jared Harris) pergunta a seus alunos o que são fenômenos sobrenaturais e se é possível provar que eles existem. Como ninguém consegue responder, ele decide formar uma equipe com três alunos para investigar o estranho caso de Jane Harper (Olivia Cooke), garota aparentemente possuída por demônios. O experimento consiste em isolar Jane dentro de um casarão e fazer uma série de testes, na esperança que os poderes paranormais na garota se manifestem diante das câmeras.

Torrent + Legendas: The.Quiet.Ones 2014 Dual Audio PT-BR

Ficha técnica
Nome: A marca do medo
Nome Original: The Quiet Ones
Origem: Inglaterra, EUA e Irlanda do Norte
Ano de produção: 2014
Gênero: Terror
Duração: 98 min
Classificação: 14 anos
Direção: John Pogue
Elenco: Jared Harris, Olivia Cooke, Erin Richard, Sam Clafin


TRAILER:


ASSITIR ON LINE (YOUTUBE) DUBLADO

https://www.youtube.com/watch?v=P0CXjoDPuJs


O texto abaixo foi copiado (na íntegra) do site assombrado.com.br

História Real do Filme “The Quiet Ones”: O Experimento Philip

Década de 1970. Um grupo de parapsicólogos canadenses visam a realização de um experimento que iria criar um fantasma. Ao fazê-lo, eles provariam sua teoria de que fantasmas são produtos da mente humana. O especialista em fantasmas, mundialmente conhecido, Dr. Alan George Robert Owen, criou então o grupo conhecido como TSPR – Toronto Society for Psychical Research (Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Toronto), constituído por oito pessoas: sua esposa, um designer industrial , um contador, uma dona de casa, um contador e um estudante de sociologia. Um psicólogo chamado Dr. Joel Whitton também participou de muitas das experiências como observador. Este pequeno grupo de pessoas vai mudar a forma como olhamos para o sobrenatural?

Os experimentos (que ficaram conhecido como o Experimento Philip) começaram em 1972, onde sua primeira tarefa foi criar um personagem histórico fictício. Essencialmente, o que eles fizeram foi criar “fatos” para anexar a vida deste personagem que eles estavam criando. Eles escreveram uma biografia e lhe chamaram de Philip Aylesford. Em sua biografia, afirmaram que ele era um nobre inglês do século 17, que era casado com uma bela mulher, porém fria e hostil, chamada Dorothea. Um dia, ele se deparou com uma linda cigana chamada Margo, que fez ele ficar instantaneamente apaixonado. Logo Philip e Margo se tornaram amantes secretos. Mas como a maioria dos segredos, o caso não durou para sempre porque sua mulher, Dorothea, descobriu sobre Margo e a acusou de bruxaria. Philip estava muito preocupado com a sua reputação, então não foi contra a idéia de Margo ser uma bruxa, o que resultou em ela ser queimada na fogueira. Ele, mais tarde foi acometido de remorso, em que a única maneira que ele poderia lidar com isso era lutar na batalha de Diddington. Certa manhã, ele foi encontrado morto no campo de batalha, e Philip Aylesford não existia mais.

O grupo Owen além de uma biografia esboçou um retrato de seu homem recém-criado. Com isso, eles queriam fazer o grupo realmente acreditar que Philip Aylesford existiu de verdade. Era hora de passar para a próxima fase de seu experimento: se comunicarem com ele!

Começaram suas “sessões” em setembro de 1972, onde discutiam a vida de Philip, tentando visualizá-lo com o máximo de detalhes possível. Estas sessões se prolongaram por quase um ano com absolutamente nenhum resultado, além do sentimento ocasional de uma presença na salas. Até o momento as coisas não estavam boas para o experimento de TSPR.

Mais alguns meses sem nenhum contato e eles decidiram fazer uma abordagem um pouco diferente. Recriaram a clássica cena espiritualista, com luzes fracas na sala e sentaram em torno de uma mesa, com fotos e objetos do período em que Philip teria vivido sobre ela. Deu certo! Esta técnica logo produziu os resultados que eles estavam procurando. Philip tinha finalmente feito contato, manifestando-se ao grupo.

Uma noite, o grupo tem a sua primeira mensagem de Philip na forma de uma batida muito clara sobre a mesa. Eles começaram a fazer-lhe perguntas em que ele iria responder com uma pancada para “sim” e duas para “não”. Como eles sabiam que era Philip que se comunicava? Perguntaram para ele! Fizeram perguntas diretamente da biografia que eles haviam criado, e ele respondeu-lhes de forma consistente, mas não foi capaz de fornecer-lhes qualquer informação adicional sobre a sua vida para além do que havia em sua biografia. Philip foi capaz de dar informações históricas precisas, como eventos reais de seu período de tempo, e de pessoas que viveram durante ele também.

As sessões continuaram e uma gama de fenômenos inexplicáveis ​​começou a ocorrer. Philip começou a assumir uma personalidade própria, mostrando fortes pontos de vista sobre diversos assuntos com seus golpes hesitantes sobre a mesa. Até começou a movê-la, deslizando-a de um lado para o outro, apesar dela estar sobre um tapete grosso. Eles ainda relataram que a mesa “dançou” em uma perna. Quando o grupo pedia a Philip para escurecer as luzes, ele fazia sem hesitar. Philip até mesmo podia cobrir o grupo em um cobertor de ar frio que soprava sobre a mesa em uma brisa de arrepiar. Uma coisa que o grupo notou foi que a mesa ficava elétrica ao toque quando Philip estava presente. Era como se Philip , de certa forma, tornar-se a própria mesa.

O clímax dessa experiência veio diante de uma platéia ao vivo de 50 pessoas, filmado como parte de um documentário. Philip não era um ser tímido, ele se apresentou na frente deles sem quaisquer problemas. Além de bater em cima da mesa , ele era capaz de fazer as luzes piscam e ainda fez a mesa levitar apenas um centímetro do chão, suficiente para todos testemunharem, até mesmo a equipe de filmagem!

O Experimento Philip foi bem além das expectativas iniciais do grupo, mas nunca foi realmente capaz de cumprir a meta – realmente ver Philip materializar em um espírito.

Então, o que nós realmente aprendemos com essa coisa toda? Alguns dizem que isso prova que o fantasmas não existem, que eles estão simplesmente criados por nossas mentes. Ou talvez o grupo chegou a contatar o mundo dos espíritos e uma entidade apenas usou esta oportunidade para “agir” como Philip? Portanto, se esse espírito não era Philipe, que poderia ter sido?

O produtor Bruce Raymond lançou o documentário em VHS na época com o nome de “Philip the Imagenary Ghost” e hoje você encontra cópias em DVD na:

Raymond International
122-33 Hazelton Avenue
Toronto, Ontario, Canada
M5R 2E3
416-485-3406

Outros experimentos semelhantes foram feitos em outras partes do mundo, e o resultado foi sempre parecido com o descrito acima.

 

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The Quiet Ones-Dual Audio2014
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  8 Comentários para “The Quiet Ones – 2014”

  1. Realmente esperava mais desse filme ao ver o trailer.
    Porem ruim ruim ele não é …

    Da pra baixar e assistir…..mas não espere muito deste longa….

    Classifico como um BOM filme…. nada mais que isso!

     
  2. Achei o filme muito moderado, ou mesmo fraco. Esperava coisa melhor quando vi o trailer.

     
  3. Terror de suspense britânico apenas marromenos, do qual esperava mais. Misto de “Invocação do Mal”, “Atividade Paranormal” e “Possessão”, temos uma equipe de parapsicólogos universitarios fazendo experimentos afim de criar um “fantasma”, e provar q a mente é capaz de produzir fenomenos sobrenaturais. Claro q a cobaia, uma mina problemática e bem esquisita, vai fugir ao seu controle. Alternando narrativa convencional e “found footage”, o filme ate q tem bons momentos mas q é mais do mesmo, prejudicado (e mto) pelo ritmo moroso e as atuações medianas, a exceção da Olivia Cooke, no papel da “encapetada”. Vale mto pela ambientação setentista, a atmosfera gótica, o rockão clássico do Slade (“Como feel the noise!” tocado a exaustão!) e alguns momentos de suspense. Pra quem gosta de clichês do gênero e sem novidades, um prato cheio. 8/10

     
    • Ah, sim, q registre-se: a escolha de rocks dos 1970s é de muitíssimo bom gosto. Possivelmente são os melhores momentos do filme…hehehe

       
  4. Achei meio fraco. uns actores regulares. Achei que a única que se destacou um pouco acima da média foi mesmo a Olivia Cooke (a Emma Decody da série “Bates Motel”).
    Não digo que o filme foi muito mau mas concordo com os comentários anteriores, é um filme regular na minha opinião.

     
  5. Esse filme tinha me atraído quando eu vi o trailer há um tempo atrás, ainda mais por ser um filme da velha Hammer, produção inglesa, etc., mas sinceramente me decepcionou :S

    Uns 5 sustos – do tipo: barulhão depois de vários minutos em silêncio – e só. Nenhum clima de terror, nem mesmo de suspense. Até tem uma reviravoltazinha no fim, mas já era tarde…

     
  6. Jura que você gostou? S. P?
    Eu achei um filme regular. Atores inexpressivos. O único susto, é justamente a cena do trailer.
    Tentem ver, sem cair no sono.

     
  7. Saúdo o vosso regresso. Já estava a pensar que tinham sido atacados por um surto epidémico provocado pelo vírus da anti-pirataria que anda por aí. Pelos vistos a vacina deu certo. Abraço desde Portugal.

     
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