dez 162012
 

The.Theatre.Bizarre.2011The Theatre Bizarre: antologia de seis histórias de terror, apresentadas por um boneco para uma garota que invade um teatro abandonado. Este filme são histórias ou contos de horror em formato de ‘curta metragem’, nos mesmos moldes do seriado ‘Tales from de Crypt’ e foi inspirado no lendário ‘Grand Guignol’ de Paris.

Nesta obra, um fantoche humano que durante uma noite atuar para a jovem Enola Penny. Ela fica obcecada com um teatro que achava estar abandonado e ao entrar no decrépito auditório, é testemunha de seis contos de horror e bizarria. Em cada conto é mostrado, o anfitrião se torna mais humano e a protagonista Enola torna-se mais fantoche. O filme e os curtas foram dirigidos por Douglas Buck, Buddy Giovinazzo, David Gregory, Karim Hussain, Tom Savini e Richard Stanley e o roteiro ficou por conta de Jeremy Kasten.

Esta turma de cineastas trabalham com cinema independente, o que faz desta película uma bela obra a ser contemplada, já considerado um ‘cult movie‘. Na lista abaixo, cada um dos diretores em seus curtas.

Torrent + Legenda: The Theatre Bizarre.2011

Sinopse do filme e dos contos:

Uma jovem mulher é atraída para um teatro em que ela descobre um show de marionetes de tamanho humano que conta algumas histórias em forma de esquetes teatrais.

1. ‘The Mother of Toads’, por Richard Stanley.
Conta a história de um casal que viaja pela França; ele é um fã de H. P. Lovecraft, ela é uma garota loira ‘típica americana classe média’. Eles se encontram com uma antiga e misteriosa senhora que lhes fala sobre ter uma cópia original de um livro velho em que fala de um monstro, a mãe de sapos. O homem está surpreso com a idéia, a mulher não. Em uma escura e enevoada à noite, ele tenta descobrir a verdade.

Este episódio remete aos filmes baseado nos contos de H. P. Lovecraft, e como sempre, o famoso ‘Necronomicon – O Livro Proibido dos Mortos’, referência deste autor e vagamente baseado em uma história de horror sobrenatural de Clark Ashton Smith .

2. ‘I Love You’, por Buddy Giovinazzo.

Um homem acorda coberto de sangue em sua casa de banho e um corte profundo em sua mão. Ele então lembrou que sua esposa veio dizer-lhe que ela tinha um amante e que ela o deixou. Começa com um simples diálogo uma mulher e seu marido, mas no final ele mistura as fronteiras do real e a imaginação. Uma das razões para o episódio filmado em Berlim, é a brilhante a atuação excepcional de ambos os atores alemães, Suzan Anbeh e Andre Hennicke, como o casal. O diálogo em si é a segunda grande parte desse episódio porque é direto e vulgar e você simplesmente não sabe o que acontece em seguida.

O curta fala sobre o ‘crime passional’ na visão do ‘apaixonado assassino’, como são os primeiros traços do pequeno ciúme até que se torne um ‘ciúme- possissivo’. O fim é sangrento, mas não tão irreal, pois ilustra justamente uma cena na vida cotidiana. Isso é o que torna tão especial.

3. ‘Wet Dreams’, por Tom Savini

Um homem fez o sonho um pesadelo em que ele imagina-se vítima de uma mulher com pinças de insetos gigantes no lugar da vagina. Todo o segmento é uma construção de sonhos e você nunca sabe em que nível você está e onde o mundo real. A história de um casal e (em primeira instância) os sonhos do marido. Ele começa com um sonho dele imaginando sua esposa nua, mas com um ‘inseto lovecraftiniano‘ em vez de sua vagina. Então começa a ir ao psicólogo (atuado pelo próprio Tom Savini) que aconselha a contar até três, com os olhos fechados e ‘o sonho acabou’. Funciona nas primeiras vezes, mas que o leva direto a uma série de outros sonhos até que finalmente descobre como tudo aquilo estava acontecendo, em meio a tortura.

Ele vai ainda mais longe do que ‘I Love You’, embora não é sequência, discorre sobre relacionamentos conjugais e a infidelidade. O público em geral comenta ser um dos melhores episódios do filme: ‘sinistro, louco, bizarro’.

4. ‘The Accident’, por Douglas Buck
Começa com um passeio de mãe e filha num carro e a garotinha que questiona a vida e a morte, incluindo viver ou morrer enquanto é ultrapassada por dois motociclistas, um mais velho a outra mais novo. Logo depois descobrem que o motociclista mais jovem colidiu e se aparece deitado sobre o lado da estrada. Então a mãe e filha discutir em detalhes sobre a natureza da morte após serem testemunhas do acidente.

É bem diferente em comparação com os outros episódios. Chama a atenção, este curta, o diálogo da mãe com a filha. As crianças sempre surpreende os adultos com perguntas simples para respostas complexas. A morte é um assunto realmente difícil de se explicar para qualquer infante.

5. ‘Vision Stains’, por Karim Hussain
Um episódio que conta sobre uma ‘peregrina’ que rouba o fluido do olho, pouco antes da morte das mulheres que ela mata e suas vidas são projetadas na sua íris, por meio da injeção deste fluido ao seu próprio olho. Então ela passa a “ver” as lembranças de suas vítimas e escreve-las em um caderno (ou diário). O epílogo é uma ‘tormenta filosófica’, quando descobre que não é o olho que realmente vê, ao roubar o fluido do olho de uma criança ainda no útero da mãe, que estavas prestes a suicidar-se com uma overdose. Aí ela que descobre que só mata mulheres que decidiram morrer por seu modo de vida (viciados, prostitutas etc.).

Esta inspiração remete ao O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry e a citação mais famosa: “Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. Os homens esqueceram essa verdade, mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

6. ‘Sweets’, por David Gregory
Este curta roda em meio a um cenário complemente bizarro e surreal, em uma sala cheia de doces, onde o protagonista é um sujeito ‘gordo e sujo’ senta e come compulsivamente. Sua namorada, por outro lado, degusta um sorvete de baunilha puro. Ele recebe uma última chance de controlar seu instinto alimentar, mas esta possibilidade não é o que ele espera que seja. O episódio termina numa transição de vampirístico e se transforma num canibalismo. Gore, muito surreal e estranho e um grande episódio para acabar com o filme.

Lembra um pouco outro filme, totalmente bizarro, chamado Taxidermia, de 2006, inspirado pelos contos do escritor Lajos Parti Nagy, realizado pelo húngaro György Pálfi e que fala sobre ‘homens com obsessões e comportamentos muito peculiares’.

Ficha Técnica:

  • Gênero: Horror e Terror
  • Duração: 114 min.
  • Origem: EUA / França / Canadá / Alemanha
  • Idioma: Inglês
  • Elenco: Udo Kier, Virginia Newcomb, Amanda Marquardt

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The Theatre Bizarre.2011
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  7 Comentários para “The Theatre Bizarre – 2011”

  1. horrivel, nenhuma historia é boa, todas sem sentido e sem graça nenhuma. alem de a trama que esta por tras de todas as historias tem um desfecho ridiculo.NAO ASSISTAM

     
    • sem sentido tambem ja é demais! talvez a mais confusa possa ter cido da menina que roubava o liquido dos olhos de suas vitimas para poder ter algum tipo de “sonho” no restante, apenas historias mal acabadas que lhe oferecem alguma livre interpretaçao. Mais gosto e gosto! e depende tambem da imaginaçao de cada um para se apreciar o filme.
      ……..

       
  2. legal!! to a espera desse filme a um bocado de tempo nem lembrava mais dele.Me fez lembrar de outro, que faz um tempao, que aguardo uma legenda boa tambem. O nome é – Elfie Hopkins -.
    Ass:Davikyuss

     
    • assisti.E nao curti muito as historias apesar de haver umas tres que foram legais mais seriam melhores se talvez houvese mais tempo para o desenrolar do enredo de forma mais elaborada parece que cada historia e feita muita as pressas e algumas tem aquele gosto de “quero mais isso nao pode terminar assim” foi o caso da primeira historia – (“The Mother Of Toads”), o poetico(“The Accident”)E a melhor de todas(“Wet Dreams”)essa foi pertubadora kkkk.Analisando agora as historias foram todas bem legais mais acho que gostaria de um tempo um pouco maior pra cada uma e mais gore! nota 7.5 no meu ImDb facil facil kkk.
      Ass:Davikyuss

       
  3. Voltei para dar minha impressão sobre o filme.
    Esses filmes que contém várias histórias dirigidas por vários diretores tem altos e baixos. Teatro bizarro, no entanto, tem mais baixos que altos.
    O melhor segmento do filme é a história dirigida pelo Karim Hussain, diretor do subconscious cruelty, é bem interessante. Já o resto do filme é bem irregular, embora as histórias apresentem situações originais o filme é lento e abusa das situações bizarras, na minha opinião.
    Enfim, obrigado mais uma vez por postar o filme.

    Abraço!

     
  4. Valeu, Fanzinho!
    Eu pedi. Não sei se alguém mais o fez.
    Ainda não vi, mas muita gente está elogiando por ai.

    Abs

     
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